Os sonhos vividos nos túmulosde uma vida em que não se vive.
Dias de horrores sobre aquele que me partiu, se partiu,
eu passei...
Enxergando o que não me devia e sentindo
o amar do ódio de não ser amado.
Queria poder admirar, subjugar palavras de explendor,
sujar a boca de frases lindas e consequentemente loucas.
Por enquanto esses longos dias se repentem continuamente.
Na sua ausência e presença de pensamentos que não te e me deixam
descansar em paz.
Assim, finjo de tanto ter o que fazer desse poder,
tentando acusar-me de não te esquecer...
(Ana Paula Sivieri)
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